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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pastor Yousef recebe mais apoio internacional

04 dez 2011Irã

A situação dos cristãos iranianos, como o pastor Yousef Nadarkhani – que permanece mantido no corredor da morte do Irã por causa de sua fé em Jesus – está ganhando cada vez mais atenção internacional.O senado mexicano é o mais recente organismo internacional a tomar uma posição a favor do pastor Uosef, afirma que condena a sentença de morte que foi decretada contra o pastor baseada em motivos religiosos.Nos últimos meses, uma série de países e organismos internacionais se juntou aos líderes americanos para a realização de uma campanha de libertação do pastor Yousef. O Ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha convocou as autoridades iranianas para anular a sentença.Canadá e membros do Senado do Uruguai têm feito declarações pedindo a libertação do pastor iraniano. Além disso, o Conselho de Comércio Estrangeiro e o Conselho da União Europeia deram declarações que condenam a sentença de morte contra Yousef.Mas como essas e outras nações tem se colocado contra a condenação do pastor Yousef e pedindo sua libertação, o governo do Irã está renovando seus esforços para perseguir os cristãos que residem no país.O Ministro da Inteligência do Irã recentemente declarou que as igrejas cristãs são uma grave ameaça para os jovens do país e ainda afirmou que estava se preparando para reprimir essas igrejas.Essa notícia não é apenas perturbadora para o pastor Yousef, que é líder de uma rede de igrejas domésticas, e que tem seu futuro nas mãos do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, mas a todos os cristãos, ex-muçulmanos, do Irã.

Fonte: Missão Portas Abertas

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Cristãos queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria




Notícias como essa deveriam estampar a primeira página dos jornais, mas infelizmente são ignoradas pela mídia, resta-nos divulgar e orar pela igreja perseguida.

sábado, 26 de março de 2011

Igreja Perseguida!

Um culto doméstico é invadido pela polícia

Culto em uma igreja doméstica na China
CHINA (16º) - A Igreja na China é principalmente doméstica já que o país é comunista e tem restrições severas ao cristianismo. Um exemplo disso é a atual situação de dois cristãos destas igrejas, que estão sob custódia policial em um vilarejo na província central chinesa de Shaanxi.

Segundo a Associação ChinaAid, no domingo de 13 de março, 12 cristãos foram presos numa invasão da policia durante o culto na casa de Weng Zemei na vila Ma"an, no distrito de Zhongchang, em Baihe.

Apesar da prisão de 12 pessoas, 10 foram liberados na mesma noite e apenas dois permaneceram detidos: Weng e Zhang Yongkuan. A polícia também confiscou todas as Bíblias e outros livros e publicações.

A ChinaAid condena a atitude do chefe de polícia Xia Huashan de ações ilegais em violar os direitos legais dos cristãos se reunirem, e pede que haja libertação imediata dos cristãos que estão detidos, além da entrega dos materias confiscados - as Bíblias, livros e as outras publicações.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pastor iraniano é condenado à morte por "crime de pensamento"

Líderes cristãos presos no Irã
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Irã
IRÃ (2º) - Um pastor evangélico foi condenado à morte no Irã pelo que é classificado como um “crime de pensamento”. Há outros cristãos de sua igreja presos e a esposa deste pastor têm recebido ameaças de prisão perpétua. O casal tem dois filhos jovens.

De acordo com alguns blogs que acompanham o caso, o pastor Youcef Nadarkhani, líder de uma das maiores igrejas protestantes do Irã, foi condenado à morte por apostasia no dia 2 de outubro por uma corte da província de Gilan. Esta informação foi dada pelo advogado do pastor, Nasser Sarbaz, que a transmitiu a seu cliente no cárcere.

Depois do veredicto o pastor foi transferido do presídio de Lakan para um centro de detenção administrado pela polícia política da República Islâmica do Irã. Ele havia sido detido inicialmente em outubro de 2009 por protestar contra uma decisão governamental que tentava impor o ensino do Alcorão ao seu filho.

O Irã é signatário, pelo menos oficialmente, da Declaração dos Direitos Humanos da ONU, a Constituição iraniana reconhece o direito de liberdade religiosa, e de acordo com o Presidente Mahmoud Ahmadinejad não há lei contra crimes de pensamento no Irã.

Petição ao governo iraniano

Há disponível uma petição ao governo iraniano em inglês, alemão e francês pela libertação dos prisioneiros, está disponível (saiba mais).

A petição solicita que o presidente iraniano liberte imediatamente e suspenda as acusações contra os prisioneiros cristãos, pastor Youcef Nadarkhani, Fatemeh Pasandideh, Fatemah Kojouri Tork (esposa do pastor Behrouz), Mehdi e Mina Kerbalavi e sua mãe Nahid Brother Afshin, irmã Mahsa, irmão Mid, irmã Nasrin, pastor Behnam Irani e pastor Behzouz Sadegh.

Os cristãos interessados em prestar solidariedade devem procurar o governo alemão e as agências de Direitos Humanos para transmitir sua inquietação com o problema. Três dos prisioneiros mencionados se encontram em situação crítica.

Segundo o site Worthy News o pastor Youcef está prestes a ser executado. Dois juízes o consideram “passível de uma pena capital”, como parte da escalada contra a Igreja protestante naquela nação muçulmana, que ocupa o segundo lugar no ranking da perseguição.

Cristãos iranianos informaram que o pastor Youcef Nadarkhani havia sido preso em definitivo em junho último, junto com sua esposa Fatemeh Pasandideh, na cidade de Rasht, noroeste do Irã, por causa de suas atividades cristãs.

Um antigo pastor do movimento de igrejas do Irã, que inclui igrejas domésticas por todo o país, contou à Worthy News que os juízes “já haviam emitido” um mandato islâmico que permitia a sentença de morte para Nadarkhani como resultado das investigações. Este pastor costuma se pronunciar em condição de anonimato.

A notícia da execução interrompeu a alegria pela libertação de dois cristãos da Igreja do Irã, um homem e uma mulher, e da libertação por fiança, que tem sido aguardada, de mais dois membros que o movimento identificou como “irmãos Mehdi e Afshin”.

Pedidos de oração:

• Ore pelo pastor Youcef Nadarkhani, por Fatemeh Kojouri Tork, por Behrouz Sadegh Khanjani, e pelo pastor Behnam, todos da Igreja do Irã, que estão no cárcere por causa de sua fé no Senhor Jesus Cristo. Peça a Deus para fortalecê-los física, emocional e espiritualmente, para que continuem sendo uma luz na escuridão.

• Agradeça a Deus porque apesar das terríveis circunstâncias vividas pelos nossos irmãos e da repressão que enfrentam do governo, a Igreja no Irã têm crescido.

• Ore pelo movimento das igrejas domésticas, pois é o responsável por grande parte do crescimento da Igreja. Peça a Deus para proteger, dar sabedoria e entendimento a seus líderes.

• Uma fonte informou que a execução do pastor Youcef está prevista para 24 de outubro próximo. Vamos orar por uma intervenção de Deus.
14/10/2010
Postado pelo Rev. Marcio Oliari
Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Notícias

19/5/2009 - 14h33
Garoto cristão de 5 anos é encontrado morto

IRAQUE - De acordo com um grupo que cuida de liberdade religiosa, um garoto cristão de 5 anos foi sequestrado e executado por um grupo desconhecido, que pediu um resgate de U$50.000.Tony Adwar Shawell foi sequestrado no dia 5 de março. Seu corpo foi encontrado com diversos ferimentos à bala no dia 11 de maio. Desde a invasão dos Estados Unidos em 2003, é comum que gangues criminosas e militantes islâmicos seqüestrem e assassinem os cristãos. A identidade dos seqüestradores de Shawell ainda é desconhecida. Juliana Taimoorazy, presidente do Conselho de ajuda cristã declarou que havia recebido pistas sobre a localização do corpo do menino. Ela ressaltou que os cristãos querem viver pacificamente com os outros iraquianos, e pediu para que a comunidade internacional e o governo dos Estados Unidos protejam os cristãos no Iraque. Jonathan Racho, diretor regional da International Christian Concern na África e Oriente Médio comentou: “Esse último acontecimento indica a deterioração da situação para as minorias cristãs no Iraque. Também é um sinal muito claro do perigo que todos os cristãos iraquianos enfrentam no país. Pedimos que os iraquianos e o governo americano coloque um fim no extermínio sistemático dos cristãos no Iraque. Vemos nas notícias recentes que há um grande êxodo de cristãos no Iraque. Além disso, os poucos que ainda estão no país são atacados de alguma forma. O Iraque precisa de nossa oração. Peça a Deus que derrame paz sobre o país e força para nossos irmãos iraquianos.

Tradução: Deborah Stafussi

Notícias

15/6/2009 - 11h41
Menina de 12 anos é sequestrada e forçada a se converter ao islamismo


PAQUISTÃO - Uma cristã, mãe de uma menina de 12 anos que foi sequestrada, coagida a se converter ao islamismo e obrigada a se casar com um muçulmano de 37 anos, espera recuperar sua filha em uma audiência. A reação das autoridades paquistanesas em relação às denúncias de Sajida Masih – de deboche, dizendo que não há nada que ela possa fazer porque sua filha é uma muçulmana agora – mina a esperança dela recuperar sua filha, Huma. Sajida conta que Muhammad Imran sequestrou Huma a mão armada no dia 23 de fevereiro, e a forçou a se converter ao islamismo e a se casar com ele. Desde então, Imran desapareceu com sua primeira esposa, seus três filhos e com sua nova esposa de apenas 12 anos. Sajida, que trabalhava na mesma fazenda de Imran, conta que o sequestro aconteceu no dia do casamento de seu filho. A mulher disse que quando mandou a menina ir, com a tia, ver se o carro que as levaria para a cerimônia havia chegado, Imran – que havia ajudado nos preparativos do casamento – estava esperando pela menina e falou para ela subir na garupa de sua moto. Huma não entendeu o que estava acontecendo, segurou a mão de sua tia com força, e disse que não iria. O advogado de Sajida, que pediu anonimato por questões de segurança, disse que Imran sacou uma pistola e falou para Huma que atiraria nela e em seus pais se ela não o obedecesse; o homem também apontou a arma para a tia da menina e disse que a mataria também. Huma, então, subiu em sua garupa e nunca mais foi vista por sua família. Sajida foi direto falar com Khan Buhadur, dono da fazenda onde ela e Imran trabalhavam, que disse para que ela terminasse o casamento de seu filho e fosse vê-lo à noite. O advogado da cristã disse que quando ela e os parentes procuraram Khan após a cerimônia, ele disse apenas que Imran havia fugido com sua família e a menina, e que não sabia dizer o paradeiro deles. Suspeitando que o dono da fazenda estivesse envolvido com o sequestro, Sajida foi até a delegacia de polícia em Gujranwala. Primeiro os policiais debocharam dela, conta o advogado, e depois disseram que era para ela voltar e falar com Khan porque “somente ele poderia fazer alguma coisa”. Por muitos dias, os policiais e Khan fizeram com que ela ficasse indo e vindo sem resolver nada. Incapaz de fazer com que a polícia registrasse a queixa, Sajida procurou um advogado e levou uma petição para a delegacia. Os policiais jogaram a petição na lixeira. Três dias após o sequestro, a polícia finalmente registrou uma queixa no dia 26 de fevereiro – mas mudou a idade da menina sequestrada de 12 para 16 anos. Depois, o investigador Niaz Khan disse a Sajida que a queixa era inútil porque ela era muito pobre para contratar um advogado e que deveria tentar um acordo extrajudicial com Imran – e deu a entender que sabia do paradeiro da menina. Um amigo de Imran identificado apenas como Javed contou para a família Masih que Huma havia se convertido ao islamismo e casado com o homem, que já era pai de três crianças. Javed ainda disse a polícia não faria nada porque Imran havia pagado 620 dólares à família da menina. O advogado conta que logo após receber notícias da menina, a família recebeu uma notificação do tribunal, comunicando que Imran havia entrado com um pedido de anulação da queixa pelo sequestro de Huma, argumentando que ela era uma adulta e havia se convertido ao islamismo e se casado com ele por vontade própria. De acordo com a certidão de nascimento de Huma, arquivada na Igreja Católica de São José em Gujranwala, a menina nasceu no dia 22 de outubro de 1996. O advogado disse que Imran falsificou uma certidão dizendo que a ela nasceu em 23 de dezembro de 1990, o que a faria ter 18 anos. A idade legal para casamento no Paquistão é de 16 anos. Só depois de receber a notificação do tribunal foi que Sajida entrou em contato com o advogado que toma conta do caso e que é pago pelo Centro Americano de Lei e Justiça. Uma audiência foi marcada no dia 6 de maio, mas por causa da mudança de um juiz, ela foi adiada para junho. A família e o advogado não quiseram esperar e foram com um oficial de justiça até a fábrica de Khan Buhadur em Gujranwala no dia 14 de maio, na esperança de reencontrar a menina, mas o homem não quis cooperar. Buhadur está cobrando de Sajida uma dívida de 1.240 dólares, que a mulher supostamente pedira emprestado, mas a cobrança só foi feita depois do sequestro de Huma – o advogado acredita que a cobrança é na verdade uma tentativa de extorquir dinheiro em troca de informações sobre o paradeiro da menina. Khan relaxou a cobrança depois da visita do oficial e dos esforços do advogado. Em uma reunião de moradores no dia 16 de maio, Khan disse que Imran devia dinheiro a ele e que por isso informaria aos policiais o paradeiro da menina, se soubesse de alguma coisa. Outro proprietário de terra, Karamat Ali Saroyya, mandou chamar Sajida e disse que Huma estava em Muridke, próximo a Lahore, mas quando a mulher e seu advogado foram até a polícia de Muridke, não conseguiram achar a menina. Depois disso, Karamat exigiu que Sajida trabalhasse durante um ano em seu campo para conseguir sua filha de volta. O advogado da família Masih e outros representantes legais disseram que a polícia e os funcionários da prefeitura que lidam com as certidões de nascimento e óbito, têm sido relutantes em ajudá-los, pois dizem que Huma se converteu ao islamismo e não há motivos para devolver a menina aos pais não-muçulmanos.

Tradução: Portas Abertas